"o meu faz um bico"
A partir daqui meus amigos, é o que vocês quiserem imaginar...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Facilidades
Não têm sido muitas...
Daí o meu afastamento momentaneo...
A filosofia não se perdeu...
ando é agarrado a outras coisas :)
Daí o meu afastamento momentaneo...
A filosofia não se perdeu...
ando é agarrado a outras coisas :)
quarta-feira, 31 de março de 2010
Tratamentos
Sabiam que quando se fala em tratamentos, podemos não estar a falar naqueles que são médicos?
Existem outros, não matam mas moem...
Fujam deles...pois eles andam aí...
Existem outros, não matam mas moem...
Fujam deles...pois eles andam aí...
domingo, 28 de março de 2010
Mesa do canto [3]
Outrora, de onde o laço rosa agora nasce,
apenas desabrochava um grito de desespero,
curto, mas demorado o suficiente para marcar,
marcar para agora permanecer, com todo
o jeito de não querer abandonar o corpo
revestido agora pela pele do lobo.
apenas desabrochava um grito de desespero,
curto, mas demorado o suficiente para marcar,
marcar para agora permanecer, com todo
o jeito de não querer abandonar o corpo
revestido agora pela pele do lobo.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Chegou...
...e o que chegou? A loucura...
Hoje dei por mim a falar com o GMail...
Istá engraçado está....
Hoje dei por mim a falar com o GMail...
Istá engraçado está....
terça-feira, 23 de março de 2010
Mesa do Canto [2]
Miguel, lá começou feito beata….
Bicando aqui e ali…
Foi andando por túneis incertos…
Escavados pelo seu próprio orgulho…
Debaixo da chuva…
Negra ou púrpura, o andamento era igual….
Até que um dia algo o deteve…
Aquela que de cabelos compridos se aproximou…
A semente deixou plantar…
Sem que ele se achasse capaz…
De cultivar o feijão do doce pecado…
O que é que isto importa?
Não sei…
Só sei que o feijão virou abóbora.
Bicando aqui e ali…
Foi andando por túneis incertos…
Escavados pelo seu próprio orgulho…
Debaixo da chuva…
Negra ou púrpura, o andamento era igual….
Até que um dia algo o deteve…
Aquela que de cabelos compridos se aproximou…
A semente deixou plantar…
Sem que ele se achasse capaz…
De cultivar o feijão do doce pecado…
O que é que isto importa?
Não sei…
Só sei que o feijão virou abóbora.
domingo, 21 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Mesa do Canto
Crónicas da mesa do canto!
Luísa era uma menina doce e bem comportada…
Bordadeira por natureza e com mãos delicadas…
Capazes de fazer inveja à mais suave das ternuras…
António era um moço irrequieto…
Pintas por defeito, artista por tradição…
Engana quem pode, é enganado porque quer…
Luísa e António cruzam-se algures por Lisboa…
Constroem uma muralha em seu redor…
Muito afecto inicial…
Passa rapidamente ao devaneio…
E ambos se tornam maltrapilhos…
Luísa transformam-se…
Antonio retrocede…
Em caminhos separados…
Mas que por vezes se cruzam….
Pelos cantos de uma qualquer esquina…
No fim…
Luísa aprende o oficio…
E como aprendeu…
António na amargura quedou…
Suspirando por Luísa…
Que por aí anda …
A aplicar truques e magia…
De regalo e fortuna….
Até um dia se fartar…
Luísa era uma menina doce e bem comportada…
Bordadeira por natureza e com mãos delicadas…
Capazes de fazer inveja à mais suave das ternuras…
António era um moço irrequieto…
Pintas por defeito, artista por tradição…
Engana quem pode, é enganado porque quer…
Luísa e António cruzam-se algures por Lisboa…
Constroem uma muralha em seu redor…
Muito afecto inicial…
Passa rapidamente ao devaneio…
E ambos se tornam maltrapilhos…
Luísa transformam-se…
Antonio retrocede…
Em caminhos separados…
Mas que por vezes se cruzam….
Pelos cantos de uma qualquer esquina…
No fim…
Luísa aprende o oficio…
E como aprendeu…
António na amargura quedou…
Suspirando por Luísa…
Que por aí anda …
A aplicar truques e magia…
De regalo e fortuna….
Até um dia se fartar…
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